A história de dois shows de metal que assisti na Holanda e como isso reflete choques culturais de um expatriado geográfico e temporal. Do passado vem as tempestades mas não precisamos ficar presos lá
Eu conheço um músico de jazz estadunidense que, ao tocar no Brasil, me perguntou:
"Eles sabem que isso é jazz?"
Disse que nos EUA, as pessoas nos shows, ficam olhando no relógio e no máximo batendo as pontinhas dos dedos na mesa, enquanto aqui no BR, todos dançam e curtem a música, ao final pedem mais um, mesmo não conhecendo as músicas ou os músicos.
Eu sou fã de Metallica. Aquilo eram fãs casuais indo curtir um show, aí a cultura geral tomou conta. O south of Heaven era a tribo se reunindo, aí a cultura geral se misturou com a cultura tribal de uma maneira nova e cool . Se Metallica tivesse lá ia ter mosh.
Eu conheço um músico de jazz estadunidense que, ao tocar no Brasil, me perguntou:
"Eles sabem que isso é jazz?"
Disse que nos EUA, as pessoas nos shows, ficam olhando no relógio e no máximo batendo as pontinhas dos dedos na mesa, enquanto aqui no BR, todos dançam e curtem a música, ao final pedem mais um, mesmo não conhecendo as músicas ou os músicos.
Hoje mora e toca no Brasil.
Em conclusão, a apatia no show do Metallica é porque eram fãs de Metallica.
Eu sou fã de Metallica. Aquilo eram fãs casuais indo curtir um show, aí a cultura geral tomou conta. O south of Heaven era a tribo se reunindo, aí a cultura geral se misturou com a cultura tribal de uma maneira nova e cool . Se Metallica tivesse lá ia ter mosh.
Lembrei de um show que fui do rage against The machine no Brasil. Acho que foi a maior catarse maluca que vi na vida.
Muito legal, lembrei de meus tempos.