Newsletter do Ducs #12: Melhorando meu sono, Neve, um aniversário e uma cirurgia.

E aí? Tudo bem contigo?

Fim de semana agitado na Holanda: sexta caiu o gabinete que governa a Holanda (pediu demissão em massa – calma é menos dramático do que parece, vou explicar), sábado nevou, domingo teve protestos em Amsterdam contra o lockdown, e o mais importante de tudo, a comemoração adiantada do meu aniversário.

Por que adiantada? Já sabe… vou explicar também nessa newsletter.

E dar as dicas tradicionais também, claro.

Se você tá chegando agora, sempre dá para pegar o que rolou até aqui nas edições anteriores. Aqui estão os links para as três últimas edições:

(E caso queira sair da newsletter, é só clicar aqui).

Beleza? Simbora então. Primeira parada: sexta, queda do Gabinete.

CAIU O GOVERNO DA HOLANDA WAAAHhhh… huh. Pera.

Sexta feira passada o governo da Holanda renunciou em massa – o Gabinete inteiro se demitiu, chegou pro Rei e disse “ops, pisamos na bola, mau aí, huh, nem precisa dizer, estamos saindo.”

Ok, eles foram mais formais que isso. Mas sim, o Gabinete Rutte III apresentou sua demissão devido ao escândalo dos benefício de auxílio creche dado para famílias com crianças que frequentam day care.

Bom, dizendo assim, parece que o Governo foi pego roubando e daí em um ato de redenção cometeu suicídio político. E cada parte dessa frase está errada.

Primeiro, o governo não estava roubando. O escândalo foi outro: o governo acusou as famílias de estarem roubando e pedindo o benefício de maneira indevida, exigindo dinheiro de volta, dando multas, processos e muito stress. Isso só já seria bem ruim, mas não foram assim, famílias aleatórias que eles saíram atrás. Nops. Em uma “incrível coincidência” uma gigantes parcela dessas famílias tinha dupla cidadania. E não era dupla cidadania Suécia e Finlândia não… Vai vendo. Aparentemente o objetivo não era, assim, só pegar o dinheiro de volta, mas tornar a vida de uma certa parcela da população bem difícil.

Bom, depois de dezenas de milhares de famílias entrando em ruína financeira (além de devolver os benefícios paos por anos, o que podia dar para cima de 40 mil euros duma vez), a família ficava no sistema como “praticante de fraude”, o que queima crédito, causa demissão, torna difícil de achar emprego, enfim.

A história vazou, se cumulou, foram feitos inquéritos parlamentares, a coisa foi escalando até o governo cair.

Ah, mas espera… Governo parlamentarista cair não é assim essa revolução toda. É até relativamente comum. Por exemplo, os partidos que se juntam para formar uma coalização que, somando os participantes, tem a maioria do parlamento. Certo? Daí tem um desacordo entre esses partidos, eles não chegam num acordo. Que acontece? Cai o Gabinete. Eles todos se demitem e tem novas eleições. O povo vota, e aí com novos números, os partidos negociam de novo para ver como forma uma nova coalização.

(Ah, antes que alguém brigue comigo: coalização é o mesmo que coalizão, ok? Eu prefiro coalização. Mas os dois tão certos, pode ir no Houaiss.)

Mas isso de gabinete cair não é nada incomum em parlamentarismo.

Não é nem a primeira vez que acontece com um gabinete do Mark Rutte (o atual Primeiro Ministro). Esse já é o terceiro gabinete que Sr. Rutte lidera (ele está como primeiro ministro desde 2010). O primeiro gabinete caiu por desentendimento sobre as medidas de austeridade para gerencial a crise financeira pós crash de 2009. Aí chamaram eleições, fizeram o II Gabinete Rutte. Esse chegou no fim do mandato e… olha o Sr. Rutte Primeiro Ministro de novo. E agora cai de novo.

E olha só que prático: tem eleição em março agora. E você tem só uma chance para adivinhar o partido de quem está liderando pesquisa com grandes chances de chegar de novo e dizer “olha eu aqui traveiz”?

E com razoável chance de formar coalização com alguns, se não todos os mesmos partidos do atual governo. Cool huh?

Bom, e que acontece até o dia da eleição? Fica sem governo? E corona? Não, claro que não. Quando um gabinete cai, ele passa a ser chamado de “demissionário”. Ele continua tocando o dia a dia do governo, mas não pode passar novas leis nem mudar políticas. Mas eles continuam gerenciando a crise do corona normalmente.

“Oooopa, tavam com saudades de mim?”

Eu tirei essa foto de Rutte em 2010, quando eu morava em Haia. Ele acabava de ser eleito, e fui ver sua entrada no Palácio Real para a reunião com a Rainha (na época era a Rainha Beatrix). Eu morava na mesma rua do palácio, então foi fácil chegar cedo e ficar na frente de tudo os repórteres profissionais, que devem ter me odiado por estar com o cabeção na frente deles.

Nevou em Amsterdam

Numa notícia mais bacana e leve, sábado teve neve em Amsterdam. Neve por aqui acontece com regularidade, mas não tanta que deixe de ser especial. (inverno passado, 2019-2020, não nevou).

Toda vez que acontece a cidade meio que sai para brincar – inda mais se for fim de semana.

Domingo já tinha derretido tudo, mas muita neve desapareceu bem antes em forma de bólidos voadores trocados entre amigos e estranhos.

Presa dentro de casa ha quase dois meses, saguizinha foi na varanda ver a neve…

Certa vez, em anos passados, eu estava na rua quando começou a nevar pela primeira vez naquele inverno. Comecei a ver o mundo ficar todo branco, quando cruzei por uma mãe levando pela mão sua filha de uns 7, 8 anos. A mãe andava apressada, encolhida, mas a guriazinha estava usando um gorro quente, e olhava pra cima, olhinhos brilhantes, maravilhada com a neve que caia.

E eu sabia exatamente como ela se sentia.

Priorizando meu sono: reduzindo a minha cafeína

Desde que li o livro do “Why do we sleep” (que já recomendei aqui na newsletter e tá na minha página de dicas de livros), eu venho priorizando mais e melhor sono. Mudei muitas coisas, entre elas:

  • Estabeleci um horário regular de ir deitar, mesmo em fim de semana
  • Passei a ir para cama mais cedo – antes eu punha 7 horas de cama, o que resultava na prática seis horas e alguma coisa de sono (descontando o tempo de cair no sono, acordada pro xixi de noite etc). Segundo o autor do livro, isso simplesmente não é suficiente. Eu hoje viso ao menos 8 horas dormidas, o que resulta em 8h30 a 9h00 de cama.
  • Configurei meu iPhone para entrar em modo de “wind down” 45 minutos antes da hora de dormir. Ele deixa habilitado apenas alguns apps (que eu escolhi – meditação, podcasts), põe em “não perturbe” e silencioso.
  • Procuro manter a rotina antes de dormir, fazendo as mesmas coisas todo dia.
  • Escureci meu quarto bastante, e passei a dormir com a janela aberta (sim, mesmo no inverno).

(Os motivos para isso estão explicados no livro. Sério, leia).

Mas ainda dá para melhorar, e uma dica óbvia que o autor dá: diminua ou corte álcool e cafeína. Bom, álcool já não consumo há 2 anos. Cafeína… outra história.

Os problemas da cafeína são dois: primeiro, ela bloqueia os receptores cerebrais da subst6ancia que se acumula ao longo do dia e sinaliza cansaço. Você continua cansado, mas não sente, forçando seu corpo além do ponto que ele precisaria de repouso e sono. E segundo, o efeito dela demora para passar. Muitas horas. O que significa que o café do meio da tarde está comprometendo o sono da noite.

Bom, tem mais dois problemas com cafeína: vicia e está em toda parte.

Isso não quer dizer que não seja gostoso. O que eu resolvi fazer foi o seguinte: limitar o meu café para uma xícara no desjejum. Isso dá mais de 12 horas até a hora de ir dormir, o que é suficiente para passar o efeito.

Mas eu gosto de tomar algo quente e amargo durante o dia (eu parei de consumir açúcar adicionado em julho de 2019, e açúcar no café eu já tinha parado anos antes disso). Fui perguntar e pesquisar qual bebida poderia tomar o lugar do café.

A primeira resposta óbvia que me ocorreu foi o café descafeinado. Mas o livro deixa bem claro, e eu fui confirmar isso, e é fato: café descafeinado tem cafeína! Menos, claro, mas tem. O quanto depende da marca, torrefação e método – o problema é que não dá para saber quanta cafeína tem o meu café decaf. E sem saber, eu tava tomando cafeína ainda, sabotando meu plano. Okay, alternativas?

Coisas que de fato tem cafeína:

  • Cacau em pó (e chocolate, logicamente)
  • Chá preto e chá verde (são a mesma folha, só processadas diferente)
  • Chá mate
  • Chai indiano (tem chá preto)

Hm. Chás herbais (mais precisamente devem ser chamadas de infusões, chá é o feito a partir da Camellia sinensis a planta do chá preto e chá verde) eu acho muito doces em geral, e meio fracas.

Até que me indicaram um produto feito a partir de chicória torrada, chamada Chikko Not Coffe.. Tem uma versão feita a partir de spelt também.

Comprei uma para experimentar e curti. Tem sido minha companhia depois das 8h30 da manhã há uma semana. O sono parece ter melhorado, mas preciso avaliar por um pouco mais de tempo se é fato ou impressão.

Uma observação sobre substitutos em geral: a ideia é substituir, não aumentar. Se eu tomava 3 cafés por dia, agora é um café de manhã e 2 Chikkos, e não 1 de manhã e infinitos Chikkos porque agora não tem cafeína então tá liberado… essa é uma armadilha fácil de cair com qualquer substituto…

Palavra de Holandês: huur (aluguel)

Holandês tem vários sons que não existem em português, como esperado. Mas o diacho é que eles usam as mesmas letras que nós para representar sons diferentes. Exemplo: o U do holandês não tem nada a ver com o nosso U. É mais o U próximo do francês. Porém o som do nosso U existe em holandês. Ele é representado pelo ditongo OE. Por exemplo: boete (multa) se diz como nós diríamos bute.

Certo? Bom, para piorar, o holandês, como no inglês, tem duração de vogal. em inglês feet é uma coisa e fit é outra. O som de EE e I em inglês difere na duração.

Então vai lá: huur em holandês quer dizer “aluguel”. E se lê com o UU holandês comprido. Mas o brazuca aqui saiu falando como na imobiliária onde ele foi pagar o aluguel na época que me mudei para cá? Com o som do U curto do português: hur.

Só que eu falando hur, os holandeses escutam nosso u curto e entendem hOEr (lembra, OE = U para nós). E amigo, dá para pagar o aluguel (huur) mas da para pagar uma hoer também. Hoer quer dizer… well, busca no google translate.

Imagina eu, entrando triunfante e orgulhoso na imobiliária, e anunciando em todo o meu avançado holandês eu tinha vindo para “PAGAGAR A HOER!”

(Não googlou? quer dizer prostituta).

Yeah. Foi épico.

Comemorando meu aniversário adiantado

O fim de semana teve neve e protestos, mas teve também um domingo especial. Meu aniversário é quarta, mas adiantamos a comemoração. Comecei o dia com um cartão especial feitos pelos saguis marcando meu lugar na mesa do café da manhã.

Tem uns dois anos que como todo dia o mesmo no desjejum (um mix de aveia, sementes, fruta e leite vegetal), mas dessa vez eu abri exceção e comi uma panqueca de banana com iogurte. manteiga de amendoim (100% amendoim, sem óleo, sal) e calda de frutas cozidas (nada com açúcar). Olha:

Foto: Carla Duclos

Lekker toch? Depois eu fui fazer uma busca pela casa por presentes escondidos… presentes todos feitos pelos saguis, nada comprado. Fizeram até o papel de embrulho! Ganhei várias artes e até um estojo para guardar minhas canetas tinteiro, feito com papel, fita e amor:

Vulpennen van Papa: Canetas tinteiro do papai

Até emocionei. Daí cantamos parabéns e vimos um desenho animado que eu escolhi:

Dica de filme

The Sword in the Stone (A espada era a lei)

IMDB

Eu lembro que adorava esse desenho da Disney lançado em 1963 (okay, eu sou de 1974, já era antigo quando eu vi. Tô fazendo 47 anos). Baseado no livro de mesmo nome (publicado como “Único e Eterno Rei”, no Brasil), do autor T. H. White. A história do desenho é bem simples, mas divertida, e conta a inf6ancia do Rei Arthur, aprendendo com o feiticeiro Merlim e sua coruja de estimação, Arquimedes.

No começo os saguis estranharam créditos antes da história começar, achando chato (“saai”! chato, em holandês). Mas quando as trapalhadas começaram (o humor é bem físico) eles caíram na risada. Ainda funciona.

Foi um bom dia (terminamos jantando hambúrguer – o meu vegano, da Beyond Burguer, que acho bem decente. Não é o mais saudável, mas hey, aniversário).

Nós adiantamos o aniversário porque nessa semana, quase junto com ele, eu vou precisar fazer uma cirurgia. Suspiro.

A cirurgia

Eu tenho uma doença genética nos olhos, que descobri aos 26 anos. Infelizmente descobri tarde – é uma doença juvenil, e quando descobri ela já estava avançada. Ela vai retirando a visão aos poucos, sem você notar (porque seu cérebro faz o possível para ir compensando a perda preenchendo as áreas vazias com padrões em volta, como num Photoshop onde você quer apagar algo e fica clonando o que está em volta). Só que isso tem um limite claro: em um certo ponto, não tem mais como cobrir as áreas perdidas.

E como é um dano no nervo óptico, não há como recuperar o que já foi perdido. Apenas tentar frear o avanço. Como eu tive jovem, esse tratamento para prevenir o progresso é bem agressivo. Já passei muito perrengue ao longo desses 21 anos de tratamento, com alguns momentos de arrepiar até hoje quando lembro. Mas okay, faz parte da minha vida, eu lido o melhor que posso.

E isso inclui agora uma cirurgia meio mala, meio que último recurso para salvar o que tenho ainda no olho direito (a doença é nos dois olhos, mas o direito está progredindo ainda, apesar de eu já ter feito umas 4 ou 5 cirurgias nele). Vai ser meio chata, tem uma chance não pequena de falhar, e vai exigir um tempo de recuperação (até seis meses para recuperação completa, dando tudo certo).

Isso quer dizer que as corridas e treinos vão ter que parar por um tempo (well… corridas pode ser que voltem em um mês, torcendo), e possivelmente vai interferir na produção da newsletter… por isso já to avisando aqui 🙂

Apesar de chato, é o melhor a ser feito, e ser na semana do meu aniversário é apenas uma coincidência (aliás, já tive que fazer uma cirurgia de emergência nesse olho direito no dia exato do meu aniversário, em 2012).

Ao menos dessa vez estou mais treinado, preparado e forte para enfrentar. Estou na melhor forma da minha vida (eu poderia apostar corrida com o Daniel adolescente e ganhar dele em qualquer distância acima de 100 metros), e a meditação ajuda a entender o processo mental.

E mesmo a mudança na rotina é okay. Aliás, isso é algo que muita gente (incluindo eu antes) não entende: uma rotina é um instrumento para um fim, não uma prisão.

Rotina é liberdade

A rotina é um jeito de eu automatizar um monte de pequenas decisões – decidindo de antemão. Isso permite manter as pequenas ações mais facilmente, e grandes mudanças na verdade são fruto do acúmulo de pequenas ações.

Ou seja, a rotina me liberta dessas pequenas decisões e da luta constante de manter pequenas atitudes que irão resultar em grandes benefícios no futuro.

Agora, a primeira coisa para se notar é que mudar ou implementar uma rotina é em si uma pequena ação. Fazer uma grande mudança de repente em geral resulta em falha mais para frente. Começar devagar, com versões mais simples, e ir modificando aos poucos com o passar do tempo, para ficar mais e mais amplo.

Por exemplo: em vez de decidir “vou comer saudável!” eu comecei “vou comer duas frutas por dia”. A ideia é alterar as regras até ser algo tão fácil que você consiga fazer agora.

Daí vem a segunda parte de “rotina não é prisão”: ir modificando conforme sua realidade vai mudando. Aos poucos você vai sendo capaz de treinar mais dias. Ou aos poucos você consegue comer menos e menos açúcar. Ou você descobre que o café três vezes ao dia não faz bem. E aí você muda a rotina para ajustar á nova realidade. rotina é um instrumento, não uma lei imutável.

É um processo. Algo em constante evolução. E que inclui pausas também! Em vez de eu pensar “vou parar de correr por um tempo”, eu penso “vou correr menos, ou pausar minhas corridas por um tempo, porque essa é a minha realidade agora”. Entende? Quando você abandona seu journal, em vez de pensar “ah, não consigo manter um journal, vou ter que recomeçar tudo de novo”, tente pensar que a pausa é parte do mesmo processo de rotina, em constante evolução. Naqueles dias sua realidade não comportou manter o journal. Sem problemas. Agora ela comporta, é só retomar.

Eu quero comer um Beyond Burger no meu aniversário? Em vez de pensar “quebrei minha rotina” eu pensei “parte da minha rotina é comer algo especial em dias de comemoração, como meu aniversário. Segunda eu volto a me alimentar de outra forma”. Isso não é uma quebra, mas parte do processo. Isso me permite manter os hábitos beneficiais na maior parte do tempo, transformando a rotina na minha aliada, um instrumento para me libertar de pequenas armadilhas diárias, e me ajudar.

Frases da semana

“Você nunca irá mudar sua vida até você mudar algo que você faz diariamente. O segredo do seu sucesso se encontra na sua rotina diária.”

John C. Maxwell

“Eu não temo o homem que praticou 10.000 chutes diferentes. Mas eu temo aquele que praticou o mesmo chute 10.000 vezes”

Bruce Lee

“Não espere ter motivação todos os dias para fazer as coisas acontecerem. Você não vai ter. Não conte com motivação. Conte com disciplina”

Jocko Willink

Obrigado pela sua companhia!

Por essa semana é isso. Eu espero que essa newsletter tenha te ajudado de alguma maneira, e que você tenha uma boa semana. Eu estou preparado para a minha prova, tanto quanto posso estar, controlei o que me cabia controlar, e agora é hora de ver o resultado do treino.

Assim que puder eu volto com a newsletter e atualizações. Eu queria de novo agradecer ao apoio que você tem me dado, tanto por mensagens quanto ajudando a financiar e manter esse serviço. Se quiser apoiar a newsletter em janeiro, dá tempo – tem um botão no final. Além de tornar possível essa newsletter, eu colocarei seu nome no final da edição e você receberá um convite para o próximo encontro virtual que eu fizer (via Google Meeting – e se você por qualquer motivo não puder participar, eu te convido pro próximo até você conseguir participar).

E claro, divulgar e espalhar meu trabalho é essencial também – o algoritmo não curte muito trabalhos independentes, então é conosco mesmo a divulgação. Pode reenviar esse email para os amigos, ou dar o link do site daniduc.net para eles se inscreverem também.

Obrigado e…

Um abraço

Daniel – daniduc.net

Apoiar Newsletter em janeiro

Apoiadores de janeiro

Quero agradecer em especial os apoiadores de janeiro

Fernanda R.
Kely H. P.
Susan Karpinscki
Camila M. P. G.
Camila G.

👇Se junte ao movimento e faça parte da lista👇